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Mostrando postagens com o rótulo terapia

Ética espiritual: como não cair em armadilhas quando se decide mergulhar no universo invisivel

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O universo é infinito. Diversas são as realidades que encontramos no campo energético, magnético, fluídico e até mesmo no material, como conhecemos na Terra. Não é raridade ou fenômeno a experiência extrassensorial. Ela existe para todos, em menor ou maior grau, ela está a nos influenciar e a nos envolver em todos os instantes, mesmo quando não somos capazes de vê-la ou senti-la com precisão. Quando sentimos e pensamos, estamos emitindo energia. Esta energia se comunica com a energia que paira no universo. Assim nos comunicamos, trocamos informações e, felizmente, criamos realidades. A realidade espiritual e energética frequentemente é individual, pois temos a capacidade de criá-la por meio de nossas intenções. Pensamento é energia e energia é realidade. Assim, a forma que vibramos, a maneira que emanamos, cria à nossa volta e em nosso universo particular aquilo que é similar à nossa intenção. Daí tiramos as respostas para tantas questões vivenciadas no campo físico, como consequênc...

Estudo de caso: a oportunidade de ser um verdadeiro cavaleiro

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Bárbara é uma mulher de 28 anos, que iniciou a sua vida familiar relativamente cedo. Em sua visão, foi mãe antes que pudesse se sentir pronta e se viu precisando assumir responsabilidades extremamente importantes. Recentemente, via-se mergulhada em sentimentos dúbios, pois ao mesmo tempo em que ama incondicionalmente seu filho, percebia-se cansada, indisposta, desmotivada para a vida, como se estivesse sobrecarregada por atribuições que, de certa forma, a privavam de viver outras coisas. Isso tudo estava gerando bastante sofrimento, pois automaticamente o sentimento de culpa era vivenciado. Bárbara também estava se percebendo frequentemente apática, para baixo, extremamente irritada com eventos cotidianos da vida, magoando-se com pessoas de seu ciclo social e escolhendo seu costumeiro isolamento. Tudo isso parecia estar vindo como uma avalanche de um vazio interior, uma desesperança nas pessoas e uma falta de perspectiva no futuro, sentimentos que, para ela, estiveram presentes desde ...

Suicídio consciente: precisamos conversar sobre ele

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Muito se tem dito sobre o suicídio na atualidade, um assunto extremamente tabu, amplamente discutido nas ciências psicológicas mas abordado com muita cautela com a população em geral. Inúmeros são os casos a cada ano e uma altíssima incidência de subnotificações, ou seja, muitos casos ocorrem sem que a população geral fique sabendo, provavelmente por medo de que se propague uma ideia cada vez mais banalizada de auto-extermínio como solução.  O grande problema de não se falar sobre o suicídio ou o risco do suicídio é que, ao se transformar em um tema tabu, abrimos espaço para que inúmeros mitos e inverdades sejam pensados e propagados. Possibilita, também, que cada vez menos famílias ou grupos de apoio saibam como agir quando se deparam com pessoas que pensam sobre isso a todo momento e precisam de atenção especial. Mas o que leva uma pessoa, afinal, cogitar dar fim à própria vida? O suicídio, a tentativa de suicídio e a ideação suicida são incidências extremamente comuns n...

Estudo de caso: O desaparecimento de uma moça e uma fantástica libertação.

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Elisa começou a desenvolver, há cerca de 9 anos, uma espécie de brotoeja no meio das costas. Em alguns meses espalhou por todo o corpo e ela sentia coçar muito. Na piora, ela buscou trabalhos em doutrinas espiritualistas, nas quais muitas coisas eram ditas, mas não havia melhora. Alguns dermatologistas deram o diagnóstico de Dermatite Atópica e outros de Psoríase, começou um tratamento para psoríase à base de radiação solar, passou pomadas para alergias, medicações caseiras, mas nada resolvia. Em 2010 ela e a família foram morar em Uberlândia, onde ela recebeu o diagnóstico de Lupus, realizou tratamentos, mas nada resolveu. Voltaram para Brasília, começaram a frequentar um Centro Espírita e receberam a informação de que a doença se tratava de uma questão kármica. Elisa sofria com rachaduras nas mãos e pés, "alergias" espalhadas por todo o corpo. Realizando tratamentos espirituais nesse Centro Espírita, houve uma significativa melhora das alergias do corpo e dos pés, mas ...

Estudo de caso: o soldado e a nova chance frente à morte

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        Antônio tem 32 anos, desde pequeno sabia que precisava fazer medicina para ter reconhecimento e poder ajudar as pessoas. Passou em uma faculdade renomada, cursou medicina e tinha o desejo de se tornar médico legista. Tentou alguns concursos, mas não passou. Passou em um outro que não tinha muito a ver com a sua área, mas resolveu assumir mesmo assim. No início da carreira, foi chamado para a Secretaria de Saúde, na qual está até hoje. Ele se sente muito feliz com a atividade que exerce, mas acabou passando por momentos de escolha bastante difíceis. No meio do caminho, foi aprovado também em um concurso super almejado em sua cidade, com um salário altíssimo, para exercer o cargo de médico. A carga horária era interessante, ele conseguia combinar os dois trabalhos. Mas foi numa atitude inédita de se especializar em cuidados paliativos que a sua vida começou a tomar um caminho diferente.            Ao voltar do exter...

Estudo de caso: agressividade X assertividade

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Este estudo de caso envolve uma regressão à distância. Ela foi vivenciada por Arthur, meu companheiro de trabalho, assistida presencialmente por Amanda, a "dona" da vida que foi acessada. Amanda é uma jovem adulta que enfrentava problemas familiares, sempre sentiu dificuldades de se colocar em diversos contextos, sentindo-se incomodada com a possibilidade de incomodar as pessoas. Por isso, freqüentemente guardava seus pensamentos e sentimentos para si, mas em diversos momentos sentia que não conseguia guardar para si mesma mais e acabava "explodindo", liberando de forma muito agressiva o que estava sentindo, frequentemente magoando as pessoas. Além disso, Amanda relata que é extremamente autocrítica e se cobra muito, atitude que a faz, também, cobrar muito das outras pessoas. Nesta regressão, Arthur acessou um cenário que parecia bem antigo, em que Amanda era uma bailarina de uma provável companhia de dança. Sua coreógrafa era uma mulher rígida, que cobrava muit...