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Mostrando postagens com o rótulo reencarnação

Estudo de caso: o espírito viajante aprisionado em seu corpo.

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Viviane veio à Psicoterapia Reencarnacionista com uma bagagem de consciência sobre o Mundo Espiritual bastante elevada. Desde muito pequena, viu-se como um "espírito velho", na forma de compreender as coisas, nos interesses, nas atividades que se propôs a realizar na adolescência... Por um tempo sentiu uma grande conexão e facilidade em trabalhar com cartas, meio pelo qual tinha acesso a inúmeras intuições bastante precisas sobre as pessoas. Atualmente vive em Brasília e trabalha em um órgão público atendendo as pessoas. Sente-se satisfeita com o trabalho, é algo que flui com naturalidade. Está casada, tem uma vida estável e tranquila. Mas a questão de Viviane diz respeito a algo mais interior: ela se queixa de uma espécie de insegurança, que reflete bastante nos relacionamentos interpessoais, um misto de medo de julgamentos, sentimentos de inadequação, sentimentos de inferioridade. Tudo isso se manifesta pela atitude costumeira de se isolar. Apesar de ter uma tremen...

Estudo de caso: o apego e a ansiedade

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Gabriela veio à Psicoterapia Reencarnacionista motivada a vencer a ansiedade. Atualmente desempenha posição de chefia em seu trabalho e por vezes precisa se deparar com situações em que não sabe muito bem como agir, inevitavelmente experimentando medo e paralisação. Ela relata ter uma dificuldade com brigas e discussões e frequentemente está se podando ou pensando várias vezes antes de dizer algo, para não parecer rude. Ela pensa que não está muito satisfeita com o trabalho que desempenha, pois esperava outra coisa, idealizou muito estar ali e a realidade é um pouco diferente. Mas ao mesmo tempo, cogitar mudar os ares é algo que parece impensável, tendo em vista a aparente segurança e estabilidade que alcançou. Gabriela perdeu o pai há poucos meses e este assunto parece ainda chateá-la quando relembra o que passaram. O pai era alcoolista e teve uma longa história de idas e vindas, em que a família esteve ao lado buscando auxiliá-lo até onde podiam. Mas na véspera de seu desen...

Estudo de caso: a oportunidade de ser um verdadeiro cavaleiro

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Bárbara é uma mulher de 28 anos, que iniciou a sua vida familiar relativamente cedo. Em sua visão, foi mãe antes que pudesse se sentir pronta e se viu precisando assumir responsabilidades extremamente importantes. Recentemente, via-se mergulhada em sentimentos dúbios, pois ao mesmo tempo em que ama incondicionalmente seu filho, percebia-se cansada, indisposta, desmotivada para a vida, como se estivesse sobrecarregada por atribuições que, de certa forma, a privavam de viver outras coisas. Isso tudo estava gerando bastante sofrimento, pois automaticamente o sentimento de culpa era vivenciado. Bárbara também estava se percebendo frequentemente apática, para baixo, extremamente irritada com eventos cotidianos da vida, magoando-se com pessoas de seu ciclo social e escolhendo seu costumeiro isolamento. Tudo isso parecia estar vindo como uma avalanche de um vazio interior, uma desesperança nas pessoas e uma falta de perspectiva no futuro, sentimentos que, para ela, estiveram presentes desde ...

Estudo de caso: O desaparecimento de uma moça e uma fantástica libertação.

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Elisa começou a desenvolver, há cerca de 9 anos, uma espécie de brotoeja no meio das costas. Em alguns meses espalhou por todo o corpo e ela sentia coçar muito. Na piora, ela buscou trabalhos em doutrinas espiritualistas, nas quais muitas coisas eram ditas, mas não havia melhora. Alguns dermatologistas deram o diagnóstico de Dermatite Atópica e outros de Psoríase, começou um tratamento para psoríase à base de radiação solar, passou pomadas para alergias, medicações caseiras, mas nada resolvia. Em 2010 ela e a família foram morar em Uberlândia, onde ela recebeu o diagnóstico de Lupus, realizou tratamentos, mas nada resolveu. Voltaram para Brasília, começaram a frequentar um Centro Espírita e receberam a informação de que a doença se tratava de uma questão kármica. Elisa sofria com rachaduras nas mãos e pés, "alergias" espalhadas por todo o corpo. Realizando tratamentos espirituais nesse Centro Espírita, houve uma significativa melhora das alergias do corpo e dos pés, mas ...

Estudo de caso: o soldado e a nova chance frente à morte

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        Antônio tem 32 anos, desde pequeno sabia que precisava fazer medicina para ter reconhecimento e poder ajudar as pessoas. Passou em uma faculdade renomada, cursou medicina e tinha o desejo de se tornar médico legista. Tentou alguns concursos, mas não passou. Passou em um outro que não tinha muito a ver com a sua área, mas resolveu assumir mesmo assim. No início da carreira, foi chamado para a Secretaria de Saúde, na qual está até hoje. Ele se sente muito feliz com a atividade que exerce, mas acabou passando por momentos de escolha bastante difíceis. No meio do caminho, foi aprovado também em um concurso super almejado em sua cidade, com um salário altíssimo, para exercer o cargo de médico. A carga horária era interessante, ele conseguia combinar os dois trabalhos. Mas foi numa atitude inédita de se especializar em cuidados paliativos que a sua vida começou a tomar um caminho diferente.            Ao voltar do exter...

Estudo de caso: agressividade X assertividade

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Este estudo de caso envolve uma regressão à distância. Ela foi vivenciada por Arthur, meu companheiro de trabalho, assistida presencialmente por Amanda, a "dona" da vida que foi acessada. Amanda é uma jovem adulta que enfrentava problemas familiares, sempre sentiu dificuldades de se colocar em diversos contextos, sentindo-se incomodada com a possibilidade de incomodar as pessoas. Por isso, freqüentemente guardava seus pensamentos e sentimentos para si, mas em diversos momentos sentia que não conseguia guardar para si mesma mais e acabava "explodindo", liberando de forma muito agressiva o que estava sentindo, frequentemente magoando as pessoas. Além disso, Amanda relata que é extremamente autocrítica e se cobra muito, atitude que a faz, também, cobrar muito das outras pessoas. Nesta regressão, Arthur acessou um cenário que parecia bem antigo, em que Amanda era uma bailarina de uma provável companhia de dança. Sua coreógrafa era uma mulher rígida, que cobrava muit...